Adoraria ir neste encontro. Deve ser um povo muito legal este!

grandeponto.com.br

Ver o post original

Achei uma historinha antiga no outro blog de perdas. Leiam o ‘arraiá das encaiádas’ em plenos anos 60.

Clique

Aniversário dela…

Libertad Lamarque foi a cantora que mais ouvi na adolescência em Rio Claro. Aos sábados e domingos o Pá colocava a vitrola hi-fi portátil, laranja e dá-lhe tango. Meu pai Jair Tavares de Lima, o mineiro… casado com Fadica, a Mafalda. Não era italiano não. Descendente de portugueses, veio para nosso estado fazer Odontologia. Formou-se. Era um moço alegre, bonito, olhos verdes e moreno. Morou na pensão de Dona Laura nos anos 29 a 33 do século passado, em Piracicaba. Esta tornou-se mais tarde tia Laura, por força do afeto que os ligava. Ela também era mineira e as famílias  se conheciam de lá. O Lívio (Tomás Pereira, que mais tarde veio a ser Cidadão Campineiro, pelas beneficência e honra) era como irmão do Pá. Os dois viviam juntos, moços, na flor dos anos, estudando na faculdade.Depois conto desta parte.

Aos sábados e domingos o Pá caminhava, ao voltar ligava a vitrolinha, som alto, e me esperava acordar. Eram anos 60 na nossa casa da rua 5, e a vizinhança acordava junto. Aos domingos ia a Toca, encontrar os amigos. Ou apareciam meus tios Sylas e/ou Florianinho,ou ele ia papear com o Berto (Alberto Ferraz de Campos e Rute). Ficavam um tempo na varanda, ou no portão mesmo. Sei que era muito bom acordar com a vitrola e o tango. A Má logo começava a fritar os bolinhos de mandioca com arroz e carninha. As vezes íamos ao Clube de campo, as vezes pegava carona para lá com o Tuzuca (Arthur Bilac, meu tio) e a querida Bia.Como costumo dizer, ‘eu era feliz e sabia’.
Para ver a história do casal Jair e Mafalda: https://pamano.wordpress.com/2009/08/29/querida/

Olá, Oriundi.Quanto tempo… Desde setembro tenho pensado em postar… mas… teria de falar de perdas importantes, que eu costumo falar, exceto da tia Ondina que é tão querida, lá no céu a servir anjinhos com seus doces, generosidade, e sabedoria.

Sabe, blog, aquele primo alegre, o primeiro neto do vô Floriano? Sérgio Arthur Bilac, encantador… Nao há de ver que foi pro céu? E a irmã… Bia ficou firme, minha amiga maior.  Quando voltei de Pira não tinha dançado ainda… só com meu pai Jair. Bia tem sido desde menina uma referencia na minha vida.

O Sérgio foi sempre o príncipe, sabe, aquele moço bom, estudado e lord, na maior simplicidade e alegria. Outro dia seus netos (as) vieram conhecer a casa das tias, as meninas Bilac, Cida e The. Pô, o cara foi doutor em física, aposentou pela Unicamp e sempre atuante. Um mestre de amor, risadeiro, meu querido primo ‘más viejo’.

É,  blog… no início de fevereiro a tia Edi partiu deixando a gente estranhamente triste. Porque a tristeza da sua passagem foi diferente, calada. Amo vc. tia querida, encantadoramente meiga e sábia. Devo-te tanto… tão cuidadosa conosco, os filhos da Noemi que se foi moça – e Luiz Salomão. Igualzinho Ondina…

Hoje tive coragem de voltar,  andei buscando e renovando os galhos

Dedico esta postagem aos meus antepassados e aos seus descendentes com carinho, muito.

Alegria pelo tempo partilhado!

Encontrei no youtube dois vídeos da Márcia. Em contado com o autor, Edmilson, soube que vai ser produzido um CD em homenagem a nossa prima querida, pela Banda Tribo

Adiciono os videos que encontrei no youtube.

Naveguei e não achei ‘Mimi”. So a letra.

MIMI
Sílvio Caldas
Dentro d’alma dolorida eu tenho um riso teu
Meu amor,teu sorriso é um lindo albor…
Uma existência,um céu!
Tens na boca,embevecida,pérolas de luz…
Rubra ilusão do astral!
Perolário a iluminar,alegria,
Um eclipse do sol com o luar!
Um portento de alegria,
Deus teve uma idéia um dia,
E pediu com santa pena,
Que eu te trocasse amor,
Por Santa Madalena…Ó não!
Ah,eu respondi chorando,
Deus,estou pecando,
Mas doce Pai!
Não trocarei!
Sem Mimi,morrerei!…
Deus,fazei o sol cair do astral,
Deus,escurecei a luz do luar,
Deus,formai o céu em guerra,
Descei de encontro a terra,em fúria.
Transbordai o mar,
E eu,no escuro do infinito,
Só,no imenso de um granito,
Eu só,Senhor,
Construirei umoutro céu,
Em que Mimi encontrarei!
Ah…Não fosse esse teu riso,eu morreria então!

Quanta dor!
Ris,eu gozo,eu sinto amor,
Eternizada unção!

Estás de mim fugindo,agora,mas que importa a dor,
Se em mim deixaste a luz?
Breviário inspirador,
Dos poemas da Bíblia,do amor,
Deus,perdão!
Senhor meu Deus,
Senhor!

http://www.vagalume.com.br/silvio-caldas/mimi.html#ixzz1EzUeO3Ri

Terencio Barbério tem sido para as primas dos anos 60 mais que um amigo, um ‘lord ingles’. Com seu carisma e sensibilidade  algumas de nós não veríamos as boates da Filarmonica rioclarense, com o Carlinhos ao piano tocando Oscar de Castro Neves, um luxo (os irmãos do Dom). Além disso, um cavalheiro, um grande amigo. Enviou-me um comentário em particular, tão belo que pedi para publicar. Ao meu bisnono Giuseppe e a querida Rosita Donzelli, ao vô Floriano e Cezira, e meus ascendentes, com um ‘baccio’ para Terencinho.

Che tratta e-mail “ragazza”!
Ti credo. è stato progettato “in quela” pietra “incantata”
c’è da bande di Cachoeira de Emas ,………… ei sospiri e i lamenti di
la passione è la leva della sua vita, e il ronzio del sonetto acqua
ninne nanne ….. ti fa in modo permanente, insieme a “famiglia” di corso.
La vita continuerà a cercare il calore del collo come prematuramente preso da lui.
Sei cara amica, cantando dolcemente condannato ad una
opera che non finisce mai, perché parla di famiglia, l’amore e ricordi, la
risultati sono conseguenze semplice. Mantiene viva questa storia non è pratico credo, ……… essere tuo amico e suo amico è un privilegio di pochi, fortunati è il mio hanno goduto e godono tuttora molti momenti di convivialità che episodio chiamato vita che tutti condividono.

“Non do molto credito, e non ascoltare coloro che
non conoscere la fonte della vostra famiglia e non sanno
la denominazione e la sede del suo bisnonno ”

Terencio …

(“Quando quiser me encontrar, me procure em suas saudades”!!!)

 

Eu tinha 15 anos quando retornei a Rio Claro. Tinha vivido em Piracicaba para fazer o primário e ginásio no emérito ‘Sud Mennucci’. Adorava esta cidade. Mas a Má tinha ficado adoentada, e o Pá achou melhor voltar para perto da família ( ele também já tinha pressão alta) . Eu ficava nas casas de amigas quando viajavam para Campinas atrás de médicos. Não achei ruim voltar nao. Mas a dor pungente de deixar minhas amigas, a escola, o rio… existe mesmo, não é só no hino não. No fim, eu que queria liberdade sai ganhando. De adolescente envergonhada, passei a adolescente esfuziante. Foi em Rio Claro dos anos 60 que me encontrei. Nos meus 15 anos… Apesar da escola exigir muito menos para ma recém chegada do ‘Sud’, onde se estudava muito e intensamente, encontrei a expressão do meu ‘eu’. A presença dos irmãos, tias e tios queridos, primas,primos, e os primeiros bailes… foi diferente. Fiquei só 3 anos nesta época na Cidade Azul. Fui poetisa, compositora, cantora, iniciei minha vida no volley, estudei filosofia com meu tio, um grande pensador, e conheci o Troya, meu parceiro de samba. Fizemos músicas, ele letrista, apresentações no Ribeiro e na Sociedade Italiana, e muita serenata.
Abaixo um video de uma festa de reencontro dos anos 60, onde estão meu primo Silica (Silas Bianchini Filho – In Memoriam), e outras pessoas contemporâneas dos anos 60-70.

GENEALOGIA – Giuseppe Bianchini e Rosita Donzelli, vindos de Mantova em 1890, pais de Floriano Bianchini. Informações são do livro informal de Mafalda Bianchini de Lima, ainda não publicado. Pais de Giuseppe:Giovanni e Yolanda Bianchini. Pais de Rosa: Angelo e Maria Donzelli. Sobrenomes a serem buscados: BIANCHINI – DONZELLI – FERRANTI(GOITO – MÂNTOVA – LOMBARDIA. Para meus familiares – Noeliza Bianchini Salomão de Lima

%d blogueiros gostam disto: